Lulômetro: desaprovação de Lula sobe para 47% após o segundo turno
Reprovação está em alta desde 23 de setembro; avaliação ótima e boa também subiu e chegou a 35%.
Em 30 segundos
- O presidente Lula (PT) terminou o segundo turno com reprovação em 47% no Lulômetro, tracking diário de O Antagonista e Real Time Big Data.
- O índice sobe desde 23 de setembro, quando marcava 45%, e registrou só uma queda nesse intervalo, para 44%, em 25 de setembro.
- A avaliação ótima e boa também avançou e alcançou 35%.
- A campanha de 2026 foi marcada pela polarização entre Lula e Flávio, com 12 candidaturas confirmadas pelo TSE.
A reprovação do presidente Lula (PT) chegou a 47% no Lulômetro, medidor diário de popularidade conduzido por O Antagonista em parceria com a Real Time Big Data. O número foi registrado a dois dias do segundo turno e mostra o petista terminando o pleito com reprovação em alta.
A curva é de crescimento quase ininterrupto. A marca de 45% foi registrada em 23 de setembro e, de lá para cá, o índice só recuou uma vez: caiu para 44% no dia 25 daquele mês. Depois disso, voltou ao patamar anterior, chegou a 46% em 2 de outubro e agora fecha em 47%. Em paralelo, o índice de avaliação ótima e boa também avançou, indo a 35%.
Disputa foi definida pela polarização entre Lula e Flávio
O primeiro turno da eleição presidencial de 2026 foi dominado pelo duelo entre Lula e Flávio. Foram 12 candidaturas à Presidência confirmadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A chapa que Pablo Marçal (PRTB) tentou registrar não foi aceita pela Justiça Eleitoral, por conta de problemas ligados à filiação partidária.
- Além de Lula, Flávio e Cury, estiveram na disputa Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
- Também concorreram Renan Santos (Missão), Samara Martins (UP) e Hertz Dias (PSTU).
- Completaram a lista de presidenciáveis Edmilson Costa, do PCB, e Rui Costa Pimenta, do PCO; além de Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi, do Democrata.
Mesmo com tantos nomes na cédula, as pesquisas feitas na reta final apontavam concentração de intenções de voto em torno dos dois favoritos. Os outros postulantes tentaram furar esse bloqueio: Caiado se apresentou pela experiência à frente de Goiás, Zema pela gestão de Minas Gerais, enquanto Cury e Renan Santos tentaram se posicionar fora dos polos principais. Ainda assim, ninguém chegou à última semana de campanha com projeção nacional equivalente à de PT e PL.
Mapa do voto registrou divisão regional forte
O voto se repartiu de maneira bastante distinta entre as regiões do país. Levantamento da Real Time Big Data publicado em 1º de outubro trazia o presidente numericamente à frente no Nordeste e no Norte, enquanto Flávio era o líder no Sul e no Centro-Oeste e aparecia numericamente à frente no Sudeste, tudo dentro da margem de erro.
Os percentuais mostram o contraste entre as regiões: no Nordeste eram 62% para Lula e 26% para Flávio; no Sul a vantagem inverte, com 52% para Flávio e 27% para Lula; já no Centro-Oeste, o candidato do PL aparecia com 45% contra 32% do petista.
Outro número chama a atenção na reta final: o último levantamento da AtlasIntel antes da votação colocava os dois favoritos empatados tecnicamente, em um cenário de segundo turno, com 50,1% e 49,9% dos votos válidos e margem de erro de um ponto.
Eu sou muito bom no mata-mata
Lula, presidente da República
Fontes
Os fatos desta notícia vêm destes veículos:
- O Antagonista “Lulômetro: desaprovação de Lula sobe para 47% após eleição”
Texto escrito com apoio de inteligência artificial a partir das fontes citadas e revisado pela redação. A apresentação em vídeo é gerada por IA.


